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09 abril 2016
 
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04 junho 2013
  Gestão e Programação do Património Cultural - contactos para trabalhos
Neste Blog pretendemos dar a conhecer, de ora em diante, as actividades de Gestão e Programação do Património Cultural que o seu autor desenvolve e poderá desenvolver junto de todos os clientes, públicos e/ou privados.

António Tavares é arqueólogo e Mestre em Gestão e Programação do Património Cultural, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. 
As áreas de intervenção são essencialmente:

Gestão e programação do Património Cultural

Património Arqueológico 
- Planos de Gestão e de Programação de sítios arqueológicos, úteis para o turismo cultural;
- Intervenções de limpeza e valorização de sítios arqueológicos;
- Levantamentos arqueológicos
- Acompanhamento arqueológico de obras privadas em espaços de sensibilidade arqueológica;
- Elaboração de pareceres técnicos;
- Instrução de processos de classificação;
- Escavações;
- Restauros;
- Exposições de materiais arqueológicos

Património Arquitectónico e do património integrado
- Planos de Gestão e Programação de  imóveis de interesse histórico e cultural;
- Inventariações de imóveis de interesse histórico e cultural;
- Restauro e Conservação de Imóveis e do património integrado: retábulos em talha, imaginária, azulejaria...;
- Elaboração de Pareceres Técnicos;
- Elaboração de Relatórios Prévios;
- Elaboração de Declarações de Reconhecimento de Interesse para as Populações ou Economia Local;
- Instrução de processos de classificação;
- Exposições de património móvel

Museologia
- Elaboração de projectos arquitectónicos, museológicos e museográficos;
- Gestão e programação de colecções visitáveis;
- Exposições temporárias

História
- Investigações várias;
- Monografias;
- História de Empresas e do sue património cultural;
- Exposições permanentes e temporárias de PC das empresas e outras entidades

Artes
- Curadoria de exposições de artes plásticas e comissariado de artistas

 
14 fevereiro 2013
  As Pontes de Coimbra que se Afogaram no Rio
Texto recolhido em "Notas e Comentários" (notascomentarios.blogspot.com), de José D' Encarnação

As Pontes de Coimbra que se Afogaram no Rio

            Aceite para publicação pela secção da Região Centro da Ordem dos Engenheiros, este livro do Professor Jorge de Alarcão, fruto de longa maturação, não se confina à problemática técnica em que a construção, a vida e a destruição de uma ponte primordialmente faz pensar: cálculos de estruturas, localizações, cotas, aparelhos, dimensões… Seria, assim, obra para engenheiro miudamente estudar, ainda que a conotação histórica, do ao longo do tempo, tivesse de estar sempre presente. Não é. Ou melhor: também o é, forçosamente; mas, ao passarem-se estas folhas em A4 deitadas (em jeito de álbum), como num convite a andar, à medida que se avança, na leitura ou num simples folhear, com paragem aqui e além, a sensação que de imediato nos invade é de que, pelo rio e pelas pontes, depressa mergulhamos na História. A história de uma cidade que à beira-rio nasceu, cresceu e se foi transformando.
            Notícias se tinham de que a travessia poderia não ter sido sempre pelo mesmo local e que várias pontes houvera; contudo, o esmiuçar dessa história, comparando documentos gráficos e escritos, colhendo pormenores onde menos se esperava, ainda estava por fazer. E o que Jorge de Alarcão nos apresenta é, na verdade, o ressuscitar de todo esse viver coimbrão, embalado pelo murmurar do Mondego ora latente, ora impetuoso, ora regrado.
Uma prosa densa, bem alicerçada em documentação – como o devem ser as pontes – e brilhantemente servida pelas ilustrações que José Luís Madeira, eloquente e mui graciosamente, com todo o rigor soube interpretar, ‘humanizando-as’, inclusive, como no caso da fig. 33, em que ouvimos o tropear dos cavalos da caleche ou o bater metálico, descompassado e rouco dos chocalhos dos bois a puxar carro ajoujado, ou como na fig. 40, em que imaginamos almocreves e negócios na conversa... Aliás, logo a capa, com essa elegantíssima reprodução de uma iluminura daCrónica de D. João I, de Fernão Lopes, nos cativa: «Chegou el-rei a Coimbra e muita gente com ele e pousou nos paços de Santa Clara, junto com a ponte da cidade». E se este passo ora se transcreve é com o intuito de bem demonstrar, logo assim, que o Autor a todas as minudências – aparentes minudências… – não hesitou em lançar mão para ‘iluminar’ o caminho que, mui cautelosamente, se aventurou a singrar. E fez bem.
            111 páginas, profusamente ilustradas (são 52 as figuras, com legendas nas p. 105-107), ISBN 978-989-8152-08-4, adequado papel couché.
            Apresentação a cargo de Celestino Flórido Quaresma (da Ordem dos Engenheiros) e do Prof. Providência e Costa (de Engenharia Civil da FCTUC). Aí se identificam de imediato as pontes em análise: a romana, de barcas primeiro, quiçá, e de pedra depois, «que D. Afonso Henriques mandou restaurar (e que terá tido reconstruções parciais entre os séculos XII e XIV) e a manuelina, erguida em 1513» e que terá aproveitado alguns dospilares da anterior. E se (afirma-se) «a ponte tem que respeitar, preservar e embelezar o rio que atravessa e o local onde se insere», também o seu estudo se há-de inserir nas vidas que rio e cidade sentiram palpitar; por isso, na Apresentação se acrescenta que este «é quase um tratado de história da Engenharia portuguesa», com os seus altos e baixos, no salutar cruzamento da «História com a Engenharia» e «da História da Arte com a Arquitectura, sem esquecer a Arqueologia».
            Na «nota introdutória» explicita o Autor, como é seu hábito, os objectivos que se fixou, o público que visou entusiasmar: «Escrevemo-lo para leitores que, sem habilitações académicas nessas áreas [História, Geografia, Ciências da Terra], se interessam pela história da cidade de Coimbra». É também por isso que trata em capítulo próprio a questão do assoreamento do rio, por requerer um olhar mais técnico, linguagem mais hermética e, por conseguinte, menos atraente.
            E os capítulos ficaram assim distribuídos: «Da ponte romana à ponte de D. Afonso Henriques» (p. 15-24); «A ponte de D. Manuel» (p. 25-53), com três subcapítulos (história documental, a fábrica da ponte e seus defeitos, remendos e remédios da ponte manuelina até 1632); «A torre da Portagem» (da página 54 à 68 onde se inclui bonita reconstituição, em graciosa aguarela – fig. 40 –, assinada, mais uma vez, pelo talento de José Luís Madeira); «O cais da cidade no século XVI» (p. 69-71); «O largo da Portagem» (p. 72-83); «O assoreamento do rio e as cotas das pontes» (p. 84-104). As referências bibliográficas vão da pág. 108 à 111 e por elas se verifica como o Autor também soube exemplarmente convocar para o trabalho os resultados da investigação sobre os diferentes períodos da história da cidade, levada a efeito pelos seus colegas, nomeadamente docentes da Faculdade de Letras.
            É, afinal, se calhar, uma Coimbra desconhecida que das pontes se vai enxergando séculos afora. Ficaremos a saber que, «na Idade Média, contribuir para obras em pontes era considerado obra de caridade ou devoção» (p. 19). Teremos por muito exemplar para a governação actual a preocupação de el-rei D. João II, em carta de 14 de Maio de 1488: «[…] Que vejais logo com bons oficiais a dita ponte e se veja com bom exame e diligência o que por orçamento haverá mister para, com a menos opressão do povo, se poder corrigir e remediar.» (p. 23, actualizei a grafia) – «Grande rei!» se exclamará! E haveremos de maliciosamente sorrir, quando soubermos que, algures no século XVI, um guardião do convento de S. Francisco, Frei João de Azevedo de seu nome, «não rezava o ofício divino, dizia apressuradamente a missa e com pouca devoção, jogava cartas de noite, no mosteiro, com pessoa secular, tinha mulher em Condeixa, com quem às vezes dormia em sua cela (para além de dormir com outras duas mulheres casadas» (p. 31). Compreenderemos, enfim, que, apesar de estarmos então em 1981, haja sido de muito lamentar que as obras levadas a efeito na zona da torre da portagem não tenham tido «acompanhamento arqueológico que registasse com rigor os dados», porque «o acompanhamento arqueológico de obras urbanas não era ainda de regra em Coimbra e o sítio dos achados (o de maior trânsito da cidade) não se compadecia com trabalhos prolongados» (p. 67), e se algo se logrou registar foi porque o Autor, de passagem, solicitou a «um técnico da Direcção Regional dos Serviços Hidráulicos que acompanhava a obra» lhe fizesse um esboço das «estruturas então redescobertas» (fig. 34, p. 62).
            Apesar da anunciada aridez dos dados técnicos, dir-se-á, porém, que Jorge de Alarcão sabe burilar a linguagem de forma a tornar aliciante até essa aridez. E sublinhe-se – porque é cada vez mais de aplaudir, nos tempos que correm, em que facilmente se descura a revisão… – que não encontrámos gralhas nem vírgulas fora do sítio. E o ‘salto’ na tradução do passo da Chronica Gothorum (p. 18) é mácula imperceptível que mais realça ainda a extrema correcção de todo o conjunto: As Pontes de Coimbra que se Afogaram no Rio, um livro exemplar!

                                                
Publicado no Cyberjornal, edição de 12-02-2013:
Divulgado através da archporta 13-02-2013:
Acessível também em: http://hdl.handle.net/10316/21644

 
  Dicionário de Arqueologia Portuguesa
Texto recolhido em "Notas e Comentários" (notascomentarios.blogspot.com), de José D' Encarnação

Dicionário de Arqueologia Portuguesa

            Lançaram mãos Jorge de Alarcão, arqueólogo e professor catedrático aposentado da Universidade de Coimbra, e Mário Barroca, arqueólogo e professor associado com agregação da Universidade do Porto, à elaboração de um Dicionário de Arqueologia Portuguesa.
            A obra, de 420 páginas, contou com a colaboração dos professores João Luís Cardoso, para a Pré-História, e Raquel Vilaça, para a Proto-história, uma vez que aos dois coordenadores gerais caberiam, naturalmente, as épocas em que são especialistas: a Romana e a Medieval.
A edição, datada de 2012, esteve a cargo da Livraria Figueirinhas do Porto (ISBN: 978-972-661-219-3) e, conforme se lê na Apresentação, os editores não impuseram «quaisquer particulares condições» nem sugeriram «qualquer modelo». Aliás, diga-se desde já, que o modelo adoptado – o de «glossário ou vocabulário e, ao mesmo tempo, o de enciclopédia ou tratado» – se nos afigura assaz adequado ao fim em vista, porque, apresentado em duas colunas, em letra miudinha, o negrito de cada entrada (topónimo, etnónimo e/ou nome comum ou técnico – em português ou em latim) é suficientemente realçado para rapidamente se chegar aonde se quer, tanto mais que, como num dicionário normal, se pôs em cabeçalho a primeira palavra (página da esquerda) e a última (página da direita). Além disso, o formato (23,5 x 15,7 x 3) apresenta-se facilmente manuseável, o que muito importa em obra de frequente consulta, como esta.
            A Apresentação cumpre rigorosamente o seu papel: apresenta a obra, explicitando critérios, opções e objectivos, indicando o que presidiu à escolha deste verbete em detrimento de um outro. De resto, terminam os autores recomendando que se leiam as instruções de uso (p. 10). E, após a identificação dos 24 colaboradores seleccionados (louve-se o recurso à nova geraçãode arqueólogos), não se esquece o importante papel que teve José Luís Madeira no que se refere às ilustrações (só desenhos, nenhuma fotografia, a mostrar a relevância que o desenho detém em Arqueologia), que primam pela exactidão, num estilo a que esse técnico já nos habituou; realce-se também a esbelteza da própria capa, estilizado aceno às pinturas do Côa e homenagem implícita à Epigrafia no título do volume – o que, como epigrafista, muito me cativou e agradeço.
            20 páginas de bibliografia seleccionada (p. 359-398), legendas mais pormenorizadas das 170 imagens (p. 399-404), índice geográfico (p. 405-411) e índice temático (p. 413-417) completam este dicionário, que expressamente se declara de Arqueologia e não «da Arqueologia Portuguesa». Poderá supor-se que é de somenos esta diferença semântica; não o é, porque o «da» implicaria, a meu ver, a referência aos agentes, ou seja, aos arqueólogos – e essa é função não para um dicionário mas, de modo especial, para uma História da Arqueologia, como aquela, a título de exemplo, a que Carlos Fabião lançou mão e, mesmo assim, com todo o cuidado também no título: Uma História da Arqueologia Portuguesa (Clube do Coleccionador dos CTT, Lisboa, 2012).
            Numa apreciação geral, que não se prende – como é óbvio – com a especificidade de cada um dos verbetes, dir-se-á que se trata de uma obra susceptível de interessar e de ser muito útil não apenas para os arqueólogos já credenciados, que poderão ver aqui como se faz uma síntese, como em poucas palavras se consegue dizer muito, mas também para os estudantes e, até, para o público em geral, designadamente aquele que alguma vez se deixou seduzir pelo indiscutível fascínio que esta disciplina detém.
Nesse âmbito, anote-se que os índices, mormente o geográfico, como não são muito extensos, devem ser consultados com cuidado, como os autores mui avisadamente advertem nasInstruções, inclusive em relação às entradas: «Se o leitor procurar determinado nome […] e não o encontrar na ordem alfabética das entradas, não deve concluir apressadamente que ele não figura noDicionário». Não encontrará, por exemplo, nem nos índices, o topónimo Cascais; mas isso não significa que, de Cascais, se não tenha falado das grutas de Alapraia ou das de S. Pedro do Estoril, referenciadas por estes topónimos.
Evitaram os autores esmiuçar assuntos polémicos ou entrar em grandes elucubrações que se não compadecem, na verdade, com o teor de um dicionário com estas características, até porque, para assuntos específicos, há a bibliografia que apontam (embora, neste âmbito, a ausência da menção aos volumes da Bibliografia Arqueológica Portuguesa elaborados por Eduardo Pires de Oliveira quiçá pudesse ter sido evitada, porque, queiramos ou não, ali está compendiado tudo o que se escreveu sobre Arqueologia em Portugal desde o século XVI até 1979); e, de facto, para cada concelho do País, temos, na quase totalidade, cartas arqueológicas editadas ao longo dos últimos trinta anos, como, de resto, os autores assinalam no final da Apresentação. Contudo, se, por vezes, se alude às campanhas de escavação efectuadas num sítio (Milreu, Conímbriga…), nem sempre tal acontece, como é o caso – que se estranha – da villa de S. Cucufate (Vila de Frades, Vidigueira), quiçá por modéstia de um dos coordenadores, que foi um dos seus responsáveis, tanto mais que nem sequer se indica, na bibliografia, a obra que dá conta desses resultados: Jorge de ALARCÃO, Robert ÉTIENNE e Françoise MAYET, Les Villas Romaines de S. Cucufate (Portugal), Paris, 1990. E, não tendo estado no espírito desta obra, a referência à existência de um museu de sítio ou de um centro interpretativo poderia também não ser despicienda; e essa reflexão ocorreu-me quando li as entradas «Conímbriga» e «Odrinhas», onde tal menção inexiste e onde os museus anexos assumem papel relevante.
No que concerne à bibliografia, num caso como este, de um dicionário que se pretende prático e acessível, terá sido sempre uma dor de cabeça para os autores tomarem decisões, sabendo, de antemão, quanto elas poderão criar susceptibilidades. Veja-se o caso de Balsa(p. 53): cita-se Mantas 2003, um texto inserido num amplo catálogo de síntese sobre a cidade, que só é referido porque esse texto vem lá; o trabalho pioneiro (em meu entender) de Jeannette Nolen (Cerâmicas e Vidros de Torre de Ares – Balsa, Lisboa, 1994) não é mencionado, como, em relação a todo o Algarve, o não é a obra de Maria Luísa E. V. Affonso dos Santos, Arqueologia Romana do Algarve (Lisboa, 1972). Não se trata, obviamente, de uma crítica; apenas de uma advertência ao leitor, porque ser exaustivo nesse domínio não esteve nos desígnios dos autores, que tiveram ante si a dificílima tarefa de, a todo o momento, tomarem uma decisão nem sempre não eriçada de espinhos.
E, já agora, só para dar um exemplo do tema ‘assunto polémico’ – ou que pode ser polémico, por haver diferentes opiniões – a que atrás aludi, referiria apenas a afirmação, exarada na p. 117, de que foi o arquitecto eminiense Caius Sevius Lupusquem «construiu o famoso farol romano da Corunha» e a ele também aí se atribui «mais do que provavelmente» a construçãodo forum de Aeminium. Trata-se, com efeito, de uma saudável suposição tanto num caso como noutro.
Quanto ao lapso Quinta do Marim por Quinta de Marim (p. 295-296), pesa-me ter sido eu quem está na sua origem; já por diversas vezes o corrigi, mas ainda não entrou no quotidiano essa correcção.
E porque se trata de Arqueologia, não há lugar para questões linguísticas, embora a elas se acene, no que concerne, nomeadamente, às línguas pré-romanas ou, concretamente, à língua dita «lusitana»: não há nenhum verbete sobre o assunto, tratado, no entanto, quando Raquel Vilaça se debruça sobre a Idade do Ferro (p. 181), aí referindo os locais onde existem inscrições nessa língua. Um aceno é feito também às gentilitates(p. 172), remetendo Jorge de Alarcão para a noção de linhagem, distinta de clã (p. 198). Cá está um dos casos que mereceu alusão, mas sobre o qual não era de adiantar – e não se adiantou –, porque se prende mais com a organização social e política daqueles tempos e por aí os autores não poderiam seguir, até por se ter em conta que, neste momento, precisamente no que concerne àsgentilitates, os mais recentes achados e as novas interpretações que proporcionaram acabaram por trazer uma outra luz ao que se sabia ou, simplesmente, se suspeitava.
Enfim, como se vê, não obstante apenas Dicionário, a obra em apreço acaba por suscitar entusiasmo, vontade de mais saber. Compendiando o que já se conhece, abre pistas para melhor se compreender o valor de uma disciplina e se entender o Passado. E esse não deixará de ser – sem dúvida! – um dos méritos maiores do livro que, em tão boa hora, a Livraria Figueirinhas do Porto acedeu publicar: salientar a importância que tem a Arqueologia como escrínio da Memória antiga, no urgente cimentar de uma Identidade! Queiram ou não as vozes contrárias!

Publicado em Cyberjornal, edição de 6 de Fevereiro de 2013:
 
17 abril 2012
  Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2012

 
22 janeiro 2012
  Livro à venda
Disponível para venda. Preço 5€, mais portes de envio, à cobrança.
Contacto   almtavares@gmail.com



 
02 janeiro 2012
  Notícia no Jornal de Arqueologia
Notícia no Jornal de Arqueologia.

http://jornaldearqueologia.blogspot.com/2012/01/lancamento-de-livro-sobre-patrimonio.html


 
28 dezembro 2011
  Lançamento de Livro
No próximo dia 7 de Janeiro, Sábado, irei lançar um novo livro. Será pelas 15:30h, na Livraria Adrião, em Mangualde.
O título é "Ernesto L. Matias, Lda. um futuro no passado. património e cultura organizacional."
Trata-se de um trabalho, no âmbito da arqueologia industrial, que aborda o património cultural e a cultura organizacional daquela empresa mangualdense que labora há 83 anos, ininterruptamente.
Com nota de apresentação de João Matias (Administrador da Ernesto L. Matias) e nota de abertura de Anabela Guimarães (Gestora do património cultural), é prefaciado pelo Prof. Doutor João Paulo Avelãs Nunes, da Universidade de Coimbra.
O livro inaugura a colecção Opus Vox e é editado pelo Renascimento.

 
Espaço para reflexões sobre Património Cultural, Arqueologia, Historia e outras ciências sociais. Gestão e Programação do Património Cultural. Não é permitida a reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo deste blog sem o prévio consentimento do webmaster.

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António Tavares. Arqueólogo e Gestor do Património Cultural. Actividade liberal, Arqueoheje e Município de Mangualde.


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