NEOARQUEO
16 maio 2009
  Arqueologia de Mangualde em debate no V Congresso de Arqueologia do Interior Norte e Centro de Portugal


Fotos do meu colaborador de campo, João Ferreira.
Decorreu nos dias 13, 14, 15 e 16 o V Congresso de Arqueologia do Interior Norte e Centro de Portugal. O evento aconteceu no dia 13 em Pinhel com a Arte Rupestre e Pré história em debate. No dia 14 foi em Mêda com temas da proto-históra e arqueologia romana.
Neste dia eu apresentei uma comunicação sobre a viação romana de Mangualde. O título da comunicação foi: Uma "nova via" na velha rede viária romana de Mangualde. Estaremos no caminho certo?.
Esta comunicação é parte de um trabalho mais vasto sobre a Viação Romana de Mangualde, que estamos a desenvolver.
Quando houver novidades daremos conta em publicação.
No dia seguinte, em Figueira de Castelo Rodrigo foi a Arqueologia Medieval e pós-medieval, bem como o ordenamento do território que estiveram em foco. Sobre a arqueologia medieval, Pina Nóbrega apresentou os resultados finais da intervenção de emergência em São Cosmado, com o Título "A sepultura medieval do Alto da Quintinha".
Também o nosso conterrâneo Fernando Pau-Preto apresentou uma comunicação versando o ordenamento do teritório e as suas implicações necessárias na paisagem arqueológico-patrimonial.
No dia de hoje, dia 16 a sessão continuou em Vila Nova de Foz Côa dando ênfase à problemática da Museologia e dinâmicas culturais das regiões.
O V Congresso de Arqueologia do Interior Norte e Centro de Portugal foi uma inicitiva do Parque Arqueológico do Vale do Côa e da Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Freixo de Numão.
De referir que o painel de oradores em todas as sessões era constituído maioritariamente por jovens arqueólogos e investigadores, fazendo o ponto da situação e do estado das suas investigações, no território referido no título do evento. Para além destes refira-se a presença de alguns "notáveis", nomeadamente o Professor Pedro C. Carvalho da Universidade de Coimbra, Salete da Ponte, entre outros.
Os participantes não comunicadores eram fundamentalmente outros arqueológos e investigadores, mas é importante referir a presença de um grande grupo de estudantes de Arqueologia.
Assim, para além dos aspectos ciênticos e de conferência de dados, o Congresso pautou-se também pela "componente" de formação.
A Organização, personalizada fundamentalmnte na Doutora Alexandra Lima, no Dr. Luís Luís, no Dr. António Sá Coixão, não esquecendo o apoio do Doutor Martinho Baptista e outros investigadores das Instituições já referidas, contou também com o importantíssimo apoio das Autarquias dos 4 Concelhos referidos, e dos seus gabinetes de serviçoes histórico-culturais. Aceda ao site: http://www.ippar.pt/pls/dippar/agenda_interior?type=13692996
para aqueles que querem ver a apresentação de Pina Nóbrega aceder:
http://partilhandodaribeira.blogspot.com/2009/05/sepultura-do-alto-da-quintinha-escondia.html
 
10 maio 2009
  Nova luz sobre o nome de VISEU e ocupação pré-romana

Devido às obras do Funicular na Cidade de Viseu, que há-de transportar as pessoas da Feira de São Mateus para a Sé (centro Histórico) foi encontada uma ara de meados do século I d.C. O texto, formalmente em latim, mas com interferências de línguas locais, invoca as deusas e os deuses dos vissaieici, nome do povo que, na época pré-romana habitaria o castro de Viseu. Esta hipótese interpretativa é de Pedro Sobral, um dos responsáveis da Arqueohoje que faz o acompanhamento arqueológico das obras.
Segundo o epigrafista Luís Fernandes é possível e provável extrapolar que o nome romano e pré-romano da cidade fosse VISSAIUM.
Até esta descoberta a referência mais antiga ao nome da cidade era VISEO, em documentos do século VI.
Este é um excerto da pequena notícia publicada na National Geographic de Maio de 2009.
Não publico a foto da NG. Quem quiser ver a foto terá que adquirir a revista. Sorry.
 
06 maio 2009
  Batidas de Campo...para que vos quero?
Hoje o dia foi de completab busca de caminhos antigos (alguns trajectos possiveis da malha romana de Mangualde).
Chegámosm à conclusão que, de carta militar na mão e percorrendo o trajecto traçado para a via VIII (caldas da Felgureira-Mangualde) existem difrenças entre o percurso até agora definido e a nossa proposta.
Na explicação do Mapa que publiquei no post anterior, para além do traçado definido pelo Professor Inês Vaz, eu acrescentei alguns pontos de passegem, que embora o Professor não os tenha referido, eu dava-os como sub-entendidos. Porém, após um dia inteiro a calcorrear de carroe a pé e de carta militar na mão como já referi, e questionando as pessoas nos diversos locais, tenho que excluir do traçado do Professor os pontos que eu inclui (sub-entendidos) e considerar apenas o que o Professor escreve.
Existem, na minha prspectiva, e na da minha equipa, algumas divergências com o traçado proposto pelo Professor. Isto é: em alguns pontos o traçado do Professor não corresponde coma o nosso entendimento.
Ora, isto leva a reformular alguns pressupostos. Assim, quando tivermos mais alguns dados mais concretos serão dados a conhecer.
Até lá, e porque a vida não é sóarqeuologia, vão dando umas voltas pelo www.arte-aberta.blogspot.com e divirtam-se coms as viagenspelo Patrimóno de Mangulde e pelas exposições de arte.
Amanhã publicarei alguns aspectos da Quiema das Fitas de Coimbra...que também é Património...Cultural...
 
03 maio 2009
  Marco miliário de Licíno (versão 3)
Quanto mais se consulta os livros, quanto mais se localiza no maapa os vestígios aqrueológicos, mais se adensam as dúvidas.
Dormir, para mim sempre .teve o feito de no dia seguinte ver as coisas bastante mais claras.
Assim, e numa melhor leitura das propostas da viação romana já dadas como certas ou aceites, na nossa perspectiva há algumas incongruências:
1- a "calçada dos Barreiros não encaixa no trajecto da via VIII que o Professor João Inês Vaz faz vir de Bobadela - Caldas da Felgueira Mangualde. Porquê? Porque o Professor quando "chega a Outeiro de Espinho /Abadia de Espinho encaminha o traçado para Póvoa de Espinho e para Sta Luzia e Mangualde.
Ora, a Calçada dos Barreiros fica pertíssimo de Pinheiro de Baixo (concretamente entre esta aldeia e Santa Luzia).

Em conclusão: rem que via encaixa a "nova claçada", que nós sutentamos ser o sítio original do Marco de Licínio, pois existe lá aquilo que pde ter sido o seu pedestal?

Das duas uma ou o traçado "original" da VIA VIII está correcto e a "calçada dos Barreiros encaixa lá, mas temos que considerar uma sinuosidade mais ou menos acentuada para isso;

Ou então, teremos que proceder a uma revisão desta via VIII. É que o trajecto da Via VIII, conforme apresentado pelo insigne Professor é de facto um trajecto mais "curto" para chegar a Mangualde, mas deixa de fora pontos onde a presença romana se fez notar com alguma insistência ( conforme o "levantamento Arqueológico de mangualde" e conforme o "Património Arqueológico de Mangualde").

Assim e perante tantas dúvidas, impõe-se mais uma batida de campo, de mapa na mão, fazer o trajecto de João Inês Vaz e fazer o aque nos, a riori, apresentamos.

Nomapa que entretanto publiquei com os traçados, enquanto não apresento outro,quero desde járectificar que o Traçado Azul (correspondente à via VIII é em parte o traçado do Professor e a certa altura é o nosso. O do senhor Professor é mais curto.

Hoje não tenho tempo para publicar uma mapa com os traçados entretanto refeitosm nem tenho tempo pra lançar mais argumentação (a minha filha está em Coimbra a queimar as Fitas e eu, como bom pai, vou^juntra-me a esse momento.)

Mas segunda feira um novo post sairá já com mais pormenores que ajudem a uma melhor esclarecimanto.

Bom fim de semana a todos.
 
01 maio 2009
  O Marco do Imperador Licínio ( II )


Após debate com João Ferreira e após a análise da malha viária apresentada pelo Professor Doutor João Inês Vaz, e convidado que fui pelo insigne Professor para que me debruçasse seriamente sobre este assunto, e disponibilizando-se para conselhos e outras achegas, o que agradeço imenso e dos quais ieri certamenmte precisar, neste momento creio que podemos acrescentar algo mais à primeira abordagem que fiz no post anterior.
Para este assunto há que ter em conta o marco Miliário de Espinho e o Marco miliário de Licínio. E a questão das milhas que durante algum tempo Fez “deslocar” os marcos para sítios bem longe dos sítios originais. Se bem que situações dessas aconteceram.
Mas, de facto, para o Professor Doutor João Vaz, e apoiando a tese do Professor Doutor Jorge de Alarcão, relativamente ao marco miliário encontrado em Espinho, que marca 7 milhas, estas não batem certo com a distância dali a Viseu. Assim, para Inês Vaz e Jorge Alarcão as milhas não seriam contadas a partir de Viseu, mas sim a partir do extremo da civitas.
Esse extremo, num dos lados é, no dizer destes ilustres autores, as Caldas da Felgueira, junto ao Mondego e que separava os diversos territórios da antiguidade, tal como hoje é fronteira de concelhos e distritos.
Ora, o Marco de Espinho, marcando as 7 milhas foi, portanto, encontrado in situ, pois essa distância é grosso modo a distância que separa as Caldas da Felgueira de Espinho.
O professor Inês Vaz afirma que esta via tinha,então, em termos de distâncias, início nas Caldas da Felgueira, subia a Folhadal, Nelas, Terras de Senhorim, passaria por Vila Nova de Espinho (sítio onde são abundantes os vestígios de ocupação romana e alto-medieval), Outeiro de Espinho, Espinho e Água Levada e por aí iria por Santa Luzia até Mangualde. O mesmo autor coloca também o Marco do Imperador Licínio nesta via. A nosso ver coloca-o muito bem, refutando por completo as teorias de que este pertenceria a Mangualde.
Nós acrescentamos: o Marco de Licínio haveria de estar na tal base ou pedestal (não temos neste momento as medidas de diâmetro do Marco para podermos chegar a essa conclusão) que referi no post anterior, precisamente na Calçada dos Barreiros, junto a Pinheiro de Baixo, e que "descobrimos" em 2006, tendo andado no terreno até hoje à procura de novos dados. E aqui, tendo em conta as milhas do Marco, que são 11, bate certo. A distância daqui até às Caldas da Felgueira é essa.
Ora, o Doutor João Inês Vaz diz que esta via, a VIII iria entroncar na IV, via directa que vinha de Viseu para Mangualde, fazendo o seguinte trajecto: Viseu, Viso, Carreira do Tiro, Fragosela, Fragosela de Baixo, Roda e Mangualde. A transposição do Rio far-se-ia em Fagilde. Este entroncamento seria feito em Mangualde.
Levanta-se então a nossa questão: e a travessia que se fazia por Alcafache?
Sabe-se que de Viseu vinha uma via que atravessaria o Dão em Alcafache.
Aqui nós avançamos com uma nova hipótese:
A via VIII, vinda de Caldas da Felgueira até Mangualde, teria que ter uma bifurcação que seguiria para Viseu, atravessando o Dão em Alcafache.
Assim, na nossa perspectiva, temos: Caldas da Felgueira, Folhadal, Nelas, Terras de Senhorim, Vila Nova de Espinho (local onde surgem inúmeros vestígios de forte ocupação romana e alto-medieval), Outeiro/Abadia de Espinho. Aqui O professor João Inês Vaz faz seguir a via em direcção a Mangualde com o seguinte trajecto: Água Levada, Santa Luzia, Mangualde.
Nós reiteramos essa linha pois é nela que encaixa a nova “Calçada dos Barreiros”, entre Pinheiro de Baixo e Santa Luzia. Porém, julgamos que a mesma via de Caldas da Felgueira, seguiria também e obrigatoriamente por Moimenta de Maceira Dão, Lobelhe do Mato, Cruzeiro da Lama e Alcafache até Viseu.
Temos ainda a convicção que é na zona de Moimenta do Dão/ Água Levada que se daria a bifurcação. Será provável ter existido uma ligação do Cruzeiro da Lama para Mangualde que, encurtando caminho e evitando a quem viesse de Viseu por Alcafache com destino a Mangualde, evitasse de ter que ir a Moimenta / Água Levada? Talvez, passando por Pedreles até Ançada, Mangualde; ou então que rumasse a Fornos do Dão, e metesse entre Tabosa e São Cosmado, Mangualde. Faltam-nos alguns dados para apoiar esta hipótese. É necessária uma melhor consulta do "Património Arqueológico de Mangualde" e de uma consequente batida de campo.
Defendemos também que a zona de Carreira do Tiro/Fragoselas (Viseu) terá funcionado como ponto de bifurcação do trânsito: teríamos então a via que daqui seguiria por Espadanal, Alcafache e entroncaria no Cruzeiro da Lama (Tibaldinho) seguindo para Caldas da Felgueira; e por outro lado teríamos uma via que na mesma bifurcação deixaria Carreira do Tiro/Fragosela e rumaria para Fagilde, fazendo aí a travessia do Dão e uma vez já em território de Mangualde passaria na Roda, que é a IV.
Pensamos ainda que em Mangualde a junção destas duas vias (a IV e a VIII) se faria na zona de Ançada / São Cosmado (relembro que foi em São Cosmado que se encontrou a placa honorífica que se refere ao Castellum Araocelensis (talvez a velha Mangualde romana), e é nessa zona que também existe um troço de calçada da Època Moderna e um Marco dessa mesma época.
Em conclusão:
1 -Temos a via VIII que se inicia nas Caldas da Felgueira, passa por Folhadal, Nelas, Senhorim, Vila Nova de Espinho, Outeiro e Abadia de Espinho, Água Levada, Pinheiro de Baixo / Santa Luzia (Calçada dos Barreiros e o muito provável sítio da colocação do marco de Licínio), Ançada/São Cosmado, Mangualde.
2- Temos a via IV que vem de Viseu, Viso, Carreira do Tiro, Fragoselas e vira a Fagilde, Roda, São Cosmado, Mangualde.
3- Temos a via que vem de Viseu, Viso, Carreira do Tiro, Fragoselas, Espadanal, Alcafache, Tibaldinho, Cruzeiro da Lama e segue para Lobelhe do Mato, Moimenta do Dão/ Agua Levada, Gandufe /Espinho e segue para as Caldas da Felgueira.
4-Temos a via que vem de Viseu, vai a Ranhados, Coimbrões, Espadanal, e Alcafache, subindo a Casal Sandinho e aí bifurcaria por um lado para Pedreles a Mangualde e por outro para Aldeia de Carvalho, Santar e Canas de Senhorim
5 – É na zona de Moimenta Dão / Água Levada que se dá a junção desta vias.
A nossa descoberta do troço da Calçada dos Barreiros veio ajudar a dar luz à colocação do Marco de Licínio, confirmando também a tese de João Inês Vaz.
Para já, e face aos elementos de que dispomos, defendemos que a via VIII, para além de se dirigir a Mangualde, seguiria para Viseu, via Alcafache.
As 11 milhas batem certo. Esta visão leva-nos a retirar a afirmação que as 11 Milhas do Marco de Licínio se mediriam dali até Viseu, fazendo o trajecto de ligação da via IV à VIII (na zona de Moimenta/Água Levada), pois, pese embora a distância seja a mesma, é descabido aceitar que essas milhas se contariam de Viseu a Mangualde fazendo esse trajecto. A prova de que assim não é esta na argumentação do Prof. João Vaz sobre o Marco da Abadia de Espinho.
À guisa de Conclusão: Dois Marcos Miliários e a descoberta do troço da Calçada dos Barreiros, a nosso ver, permitiu redefinir com mais rigor a malha viária romana que ligava Mangualde ao resto do Império Romano. Mas se isto é verdade sobre a malha principal, as complicações surgem relativamente às vias secundárias...
Publico o Mapa de Mangualde para uma melhor visão do assunto. A azul é o trajecto da via VIII, segundo João Inês Vaz e a Vermelho é o trajecto que nós propomos. A vermelho com dois traços na vertical em cada ponta é a possível via secundária que encurtaria caminho a quem por Alcafache demanadasse Mangualde, sem ter que ir a Moimenta /Água Levada.
Esta é a nossa visão sobre o traçado que nesta porção do território terá sido possível. Alguns aspectos ficam por defenir...nomeadamente o relevo do território que determinaria o traçado das vias. Ver as coisas no relevo e no território é bem diferente do que vê-lo num mapa plano...
Além disso a malha viária ao longo dos séculos teve que ser aumentada e cada vez mais intrincada...o que hoje pode complicar o seu entendimento.
Deixo algumas fotos da Via da època Moderna da zona que, vinda da Roda se encontra em São Cosamado, bem como do Marco de 1820 colocado na mesma via.
 
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António Tavares. Arqueólogo e Gestor do Património Cultural. Actividade liberal, Arqueoheje e Município de Mangualde.


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