NEOARQUEO
16 novembro 2005
  Paisagem...URBANA

Outrora foi, certamente, um lar. No Inverno, o calor da lareira aqueceu as almas que ali viveram. Nas noites quentes de Verão, as janelas abriam-se para que a brisa fresca referescasse o seu interior...Hoje restam estas paredes...memória viva de um passado feito de melhores dias, testemunho de que tudo um dia acaba...
 
<$Comentários$>:
Á pois é!!! Tudo o que tem um começo tem que ter um fim. Podemos é dar-lhe um fim digno ou deixar que as forças da natureza, com o seu poder transformador, lhe dêem esse fim. Esses muros, outrora um abrigo para alguém, não passam de ruínas perigosa para os que lá tentam (sobre)viver. O abandono, por vezes, também precipita uma mais rápida destruição. É como tudo, á que fazer a devida manutenção, se não a ferrugem corrói até o ferro mais resistente... (sem politica)
 
O tempo é inexorável. Para umas coisas é cura certeira. Para outras implacável doença.
Como diria o sábio: na vida nada se perde,tudo se transforma. Mais que não seja em "lixo" como é o caso.
 
É no nosso concelho? é que em Santiago de Cassurrães, muitas casas se encontram nesse estado e piores, muitas estão a por em risco as pessoas que por ali passam. E ainda ninguém fez nada.
 
Amigo Tavares, é pena estarem tantas neste estado.
Eu ainda sou daqueles que dá mais valor a uma casa típica em granito do que a uma mansão ultra moderna em betão.
Bom, mas isso sou eu...
 
Até doi a Alma, não é?
É verdade... Essa é mesmo ao pé da minha casa aí na terra.
Por alí à volta há n casas nesse lindo estado.
Depois de desabitadas é um ar que lhe dá.
Qualquer dia, a continuarem as coisas neste ritmo, são quarteirões inteiros.
Concordo com o Zuraças. Não há nada menlhor do que uma boa casinha de pedra. Tenho pena que o pessoal, em vez de as comprar e reabilitar, se ponha a fazer casas novas de betão.
Modas ...
 
Zuraças e Alex, a razão que vocês têm...! Alex, esta é precisamente uma que está perto da tua...
Felizmente que muita gente ainda conserva e restaura as casas nesses nobres materiais. Alías, tenho notícias de muitas pessoas que, vivendo nas grandes cidades, compraram pequenas casas em pedra(palheiras) e que reconstruiram por dentro, mantendo o exterior inalterado. São, a avaliar pelas que conheço, soberbas casas de sonho. É importante que se divulgue este tipo de iniciativas e que as câmaras municipais não coloquem tantos entraves a pequenas alterações que por vezes são inevitáveis, para que possam ser habitáveis.
 
o problema é que para reconstruir as exigências são praticamente as mesmas que para uma casa nova.
os empreiteiros têm pouca sensibilidade para a reconstrução preferindo construções a metro novas.
por outro lado é indispensável um apolitica autárquica de promoção e de beneficios a quem reconstrua no centro em vez de se espalhar ao longo das estradas
 
é muito fixe, este blogg!!! estou muito feliz!!!!
 
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António Tavares. Arqueólogo e Gestor do Património Cultural. Actividade liberal, Arqueoheje e Município de Mangualde.


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