NEOARQUEO
04 fevereiro 2007
  História recente ou...longínqua II

No seguimento do post anterior exibo hoje esta velha e abandonada bomba de gasolina. Nada tem de digital, os números marcadores da quantia e da quantidade de combustível são bem à maneira antiga: mecânicos. Não foi o progresso nem o avanço tecnológico quem "matou" esta bomba, não...foi antes a rota que se alterou. Se em tempos idos a via de comunicação que passa ali mesmo ao lado tinha alguma importância outras vias mais directas às grandes cidades, aos grandes aglomerados populacionais se apressaram a votar esta estrada ao ostracismo, e com ela esta simpática bomba de gasolina...Mudam-se as vias e as rotas , mudam-se as vontades...
 
<$Comentários$>:
Se mostrasse o contador, muita gente iria suspirar com o preço da gasolina e diriam: "já não há gasolina como antigamente" eheheh

pedrinha rolante
 
Olá TSFM

Não tenho tido tempo para teclar um pouco nos blogs.
Mas informo-te que também tenho um exemplar no Blog da Abrunhosa que deve ser da época em que este se fartava de bombear.

A diferença entre eles é que o meu ainda está lá para as curvas...

Um Abraço
 
Muito bem visto e melhor apresentado e, melhor ainda porque invoca embora que superficialmente o nosso grande "Camoes". Sabe que ha quem afirme que tinha sangue judaico!

Um abraco de amizade.
 
Também lá estive no dia da foto. Numa aldeia, quase perdida no meio de soitos, mesmo à beirinha da estrada, lá estava a marota. À espera da mira da máquina do fotógrafo já que de mais não pode, por ora, esperar!
 
È verdade, sim, JL.
mais fotos´, algumas insólitas hão-de surgir.
 
Ora aqui está mais uma prva inequívoca de como com uma máquina fotográfica sempre à mão e uma boa capacidade de análise do tema sob os mais díspares ângulos se consegue produzir um bom post para um blogue.
Parabéns, tsfm.
Um abraço
António
 
POis o preço é que agora já nem se compara.
bom domingo
 
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António Tavares. Arqueólogo e Gestor do Património Cultural. Actividade liberal, Arqueoheje e Município de Mangualde.


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