NEOARQUEO
09 agosto 2009
  Faz sentido apostar num Turismo Cultural para Mangualde?

Não sou nem tenho formação académica ou específica em Turismo. Este tema, hoje verdadeira Indústria que gere milhões e milhões de euros, dólares e yens, constitui uma nova área do saber. Existem nas Universidades portuguesas e estrangeiras cursos de Licenciatura e cursos de Mestrado.
Os conhecimentos sobre este tema advêm-me da transversalidade que hoje é inevitável entre o Turismo e o Património Cultural.
Na realidade, em tempos passados, entendia-se que o Turismo e Património Cultural tocavam-se algures, sobretudo devido a alguma boa vontade dos agentes turísticos e a uma mesma dose por parte dos cuidadores do Património Cultural. O pressuposto era que o Turismo poderia também aproveitar o Património Cultural e vice-versa. Porém esta perspectiva, pelo menos no nosso país, era algo incipiente.
Independentemente das componentes próprias e específicas do Turismo e do Património Cultural, hoje a consciência sobre a sua conjugação, sobre a sua transversalidade é levada muito a sério.
E não são apenas os agentes de intervenção turística ou os agentes de intervenção do Património Cultural que encaram esta problemática desta forma.
Hoje em dia são os poderes públicos, os governos, as autarquias, as regiões de turismo que conjugam esforços no sentido de promover uma indissociável ligação entre Turismo e Património Cultural.
Na génese desta questão podem estar, e estão, vários factores, mas aquele que se torna mais evidente e visível é a vontade de aproveitar as hordas de turistas culturais que viajam pelo mundo em busca de cultura.
Academicamente há quem defenda que só se pode falar verdadeiramente em “turismo cultural” desde que o turista esteja num determinado sítio, numa dada comunidade por um período mais ou menos longo de tempo; isto para que seja possível ao “turista” apreender a essência, a verdadeira realidade da cultura daquele sítio, daquela dada comunidade.
Ficaria, nesta visão, de fora um simples fim-de-semana a Piódão, a ver a aldeia de xisto. Percebe-se porquê: um fim-de-semana não é suficiente para a tal apreensão da verdadeira essência cultural da paisagem natural e humana daquela belíssima aldeia do nosso Portugal profundo.
Esta visão deixaria também de fora um fim-de-semana a Lisboa e uma consequente visita ao Museu Nacional de Arte Antiga ou dos Coches.
Estes são assuntos que na realidade interessam debater, mas serão sem dúvida os investigadores e ideólogos destas matérias que o terão que fazer, baseados evidentemente na observação da realidade e dos contributos que os rodeiam.
Parece-me todavia mais importante, obviamente numa perspectiva mais leiga e menos académica, que o importante é de facto que esse “Turismo Cultural” aconteça. Não me importa muito se dura um fim-de-semana ou quinze dias…
Elaboremos no seguinte raciocínio: Mangualde tem um vasto Património Cultural. Entenda-se aqui, e sempre que utilizar o termo, o conceito antropológico de Património Cultural, materializado sob as mais diversas formas e também na forma imaterial, correspondente a um conjunto de práticas culturais identitárias de um povo ou comunidade e que se traduzem por saberes-fazer, tradições.
Como dizia, o nosso concelho tem esse Património Cultural próprio, único para oferecer a quem o demande. Serão os portugueses de outras paragens e serão os estrangeiros que de longe o poderão vir visitar.
Naturalmente que esse Património Cultural terá que estar devidamente preservado, salvaguardado e valorizado. Ninguém gosta de ver uma Igreja do Século XVII ou XVIII em péssimas condições de salvaguarda; ninguém gosta de visitar um qualquer monumento e dar de caras com ele a cair, ao abandono, em degradação, sem condições de ser condignamente visitado.
Os turistas culturais gostam de observar, de ver “maravilhas” arquitectónicas, ruínas arqueológicas, monumentos megalíticos, igrejas onde no seu interior possam admirar um altar-mor todo ele construído no mais belo barroco, uma lindíssima talha dourada.
Os turistas culturais gostam de visitar palácios, solares, conjuntos arquitectónicos cuja beleza, raridade ou até simplicidade testemunhem uma verdadeira mais – valia cultural.
Os turistas culturais gostam de visitar museus, centros de arte, gostam de ver peças de teatro, óperas, espectáculos de carácter popular e etnográfico.
Enfim o turista cultural gosta de levar um pouco consigo dos sítios que visita, seja através da máquina fotográfica ou de filmar, seja na sua própria memória.
Claro que nós por aqui, pelas terras de Mangualde não temos tudo o que o turista cultural gosta de ver e visitar.
Mas, temos o que temos e aquilo que possuímos deve estar preservado, salvaguardado, valorizado para que o possamos “oferecer” ao turista que nos procura. É a qualidade da nossa oferta patrimonial e cultural que faz o turista cultural demandar as nossas terras e, uma vez chegado à sua terra, ao seu país, após o tal fim-de-semana ou após os 15 dias que passou na região poder ser o arauto, o maior veículo de promoção e divulgação das nossas terras.
Não me canso e, por outro lado compete-me, numa lógica de interveniente activo no espectro do Património Cultural, particularmente do concelho que me viu nascer e crescer, de referir que as políticas culturais do nosso concelho terão de passar obrigatoriamente por uma gestão sustentada e estruturada na salvaguarda e na preservação do Património Cultural. Os objectivos são claros: preservar o nosso passado, a nossa identidade, os nossos valores culturais, as nossas tradições, a nossa etnografia, a nossa vivência actual (fundamentada e cimentada na genética própria enquanto comunidade identificada em torno de um dado conjunto de práticas e valores culturais e de realizações).
Não me canso e, pelas mesmas razões acima aduzidas, de referir a importância da criação de um Museu Municipal que albergue em rigor todos os “vestígios” do passado e do presente do nosso concelho.
Já o referi, por diversas vezes: não faz sentido a criação de um museu reduzido a uma só temática. Não faz sentido “reduzir” a Cultura (antropologicamente falando) a um único tema.
Mangualde vai muito para além do estritamente arqueológico, do estritamente histórico, do estritamente etnográfico, do estritamente rural, do estritamente artístico, do estritamente industrial…
Mangualde resulta de uma amálgama cultural diversificada e é nessa diversidade que devemos encontrar as nossas raízes identitárias, aquilo que numa era de globalização nos torne únicos.
Mas, não pensem que me desviei do tema proposto. Não.
O Património Cultural, as diversas práticas culturais e de lazer, a criação de um Museu em Mangualde servem em primeiro lugar os mangualdenses, mas em última análise servem os propósitos do Turismo Cultural.
Mangualde só pode beneficiar e desenvolver apostando nesse Turismo Cultural.
É que…para além do que mais se possa dizer, o Turismo Cultural está em crescendo a nível mundial e não está sujeito a sazonalidades.
Tanto faz a um turista cultural visitar Mangualde na Primavera, no Verão, no Outono ou no Inverno.
E para nós, mangualdenses, hoteleiros, donos de restaurantes, donos de pensões e residenciais, produtores de produtos tradicionais e regionais, donos de cafés e bares, artesãs dos bordados de Tibaldinho, etc., etc., etc.… é-nos indiferente receber com o tradicional bom acolhimento esses turistas em qualquer altura do ano.
 
<$Comentários$>:
Haja quem o diga e haja quem o faça!...
Um abraço, Professor.
 
“ … Serão sem dúvida os investigadores e ideólogos destas matérias que o terão que fazer…”
E quem serão estes senhores? Não me venham dizer que só aqueles que tiraram curso superior é que são os detentores de toda a competência. Nesta matéria, os estudiosos verdadeiros conhecedores desta temática, são os que ao longo de anos e anos, se debruçam estudando, recolhendo e preservando de forma activa o nosso variadíssimo património cultural.


“ … Políticas culturais do nosso concelho terão de passar obrigatoriamente por uma gestão sustentada e estruturada na salvaguarda e na preservação do Património Cultural.”
Concordo que exista uma política neste sentido. Terá que existir urgentemente um apoio efectivo e sustentado, para que as Associações Culturais que têm feito um trabalho excelente neste campo, diga-se em abono da verdade, têm sido as Associações, os únicos promotores e agentes a olhar de uma forma séria e responsável para o nosso Património Cultural. Apesar disso, tem sido o parente pobre, sem apoios e sem reconhecimento.

Por fim leio a referência a nós, Mangualdenses, e variadíssimos ramos de negócio e nada a salientar o activo trabalho realizado pelas Associações Culturais!
E essas sim, têm sido o motor na preservação do Património Cultural deste nosso Portugal!
Volto a referir, os idealistas e investigadores são apenas e somente aqueles que ao longo de anos e anos, se têm interessado por esta temática, independentemente se têm curso superior ou não … a verdadeira sabedoria e conhecimento está na insaciável procura do saber, e neste caso na sede inconformada de procurar a verdade da nossa existência (no geral e particular) e trabalhar no sentido da preservação, lutando refilando e até ficar conotado de chato ou louco mas não se deixando apagar por alguns ideólogos e investigadores que nada mais são do que isso mesmo! … Ideólogos e investigadores.

Caro amigo, muito trabalho está feito, feito por gente que verdadeiramente sabe e conhece o Património Cultural desta terra. Pena é não terem meios para fazer mais e melhor, pena é pensar o Património Cultural só agora, e esquecer no todo os promotores do mesmo e aqueles que tanto têm feito e vão continuar a fazer.
Pena é verificar que até mesmo neste teu texto fique esquecido o trabalho das Associações Culturais.
As associações já estão habituadas a este desamparo e constante medo de reconhecimento por parte dos máximos responsáveis deste país, agora por ti, homem da terra e conhecedor!?

Um Abraço
António Ferreira
 
António Ferreira, em respeito absoluto pela tua opinião, devo no entanto dizer-te que o sentido das tuas palavras no teu cometário não está de acordo com o sentido do meu artigo.
Eu disse e quiz dizer uma coisa e tu dizes e queres dizer outra.
Parece-me que leste apressadamente o artigo e, como consequência, tiraste conclusões enviesadas do mesmo.

Um abraço.
 
Bom trabalho amigo António, gosto muito de visitar o teu blog!!
AprendO muitas coisas contigi
Abraço
 
Pois, na realidade todo o seu artigo faz uma análise correcta do problema do Património Cultural no seu todo, e as implicações que o seu usufruto poderão ter na economia de uma região pelo bem material que daí pode advir a par de um certo orgulho por nos sentirmos admirados pelos forasteiros e pelos que procuram as raizes e os valores culturais do povo que visitam.Sortudos os que souberam preservar e valorizar a sua riqueza cultural, não a deixando triturar pela máquina poderosa do progresso, que tem provocado uma razia em algumas zonas do País, porque à frente dos destinos dum concelho não estiveram pessoas com a visão, nem os conhecimentos,nem a sensibilidade
indispensáveis à sua protecção.Uma falta de entendimento confrangedora!...
O senhor António Ferreira vem lembrar, e muito bem, todo o trabalho altamente meritório desenvolvido por Associações onde surgiram elementos com uma forte propensão para a pesquisa,com um grande amor ao passado que a todo o custo querem entender e preservar.Foram e são elementos preciosos na busca e guarda dum sem número de bens culturais.Verdade seja dita que no artigo desenvolvido pelo dr.Tavares não teria grande cabimento a referência ao trabalho de algumas Associações,no entanto achei por bem,dar-lhes o seu lugar na árdua tarefa de defesa do Património cultural do nosso concelho.Me desculpe o dono deste blog.Com um abraço anónimo.
 
Tavares,

O turismo cultural é sem dúvida um sector onde se pode e deve investir fortemente.
No concelho há alojamentos qb e muito para oferecer, mostrar e vender. Faltam mais apoios (sem esquecer as associações ou outros agentes culturais), promoção e acções concretas para animar esse nicho.
Falta sem dúvida o museu municipal, vontade e os respectivos €€€€€ para o fazer.

Mas, se estás à espera que este ou outro executivo camarário avance com um museu municipal nos próximos tempos é melhor esqueceres.

Tens noção da penúria que grasna nos municípios? Tens noção que implementar museu municipal acarreta elevados custos, que por mais engenhosa que seja a sua “exploração” nunca ou muito dificilmente é um investimento auto-sustentável, que assegurar a sua manutenção e funcionamento é muito caro, que do retorno de um investimento desses não se obtêm benefícios imediatos e que há outras prioridades lamentavelmente por resolver.

Costuma-se dizer “de boas intenções está o inferno cheio”.
Nesta altura de pré campanha, ui, ui…é só promessas.
Se te prometeram e acreditaste já te enganaram outra vez.
(como o fizeram há 4, 8, 12 … anos atrás).

Um abraço

Até amanhã
(às 22:00 debaixo da parreira do Sr. Jerónimo)
 
Pois é Alexandre... Sei que a construção de um Museu é cara, sei também que a sua manutenção é cara. Sei muito bem disso e tenho a perfeita noção que tu sabes que eu sei. Sabes também que o Mestrado que estou a tirar é em Estudos do Património e isso, para além de outras especializações, também tem a de MUSEOLOGIA. Assim, como calculas, aprendo lá estas coisas todas que vou escrevinhando...
Mas, tanbém sei que um Hospital ainda fica mais caro e não é por isso que deixam de se fazer, também sei que tudo o que faz parte da vida humana tem um custo e no entanto as coisas acontecem...
Sabes quantos Museus existem em Lisboa? Olha que por aí eles também são caros e a sua manutenção também é cara. E não é por isso que eles fecham e as pessoas vão para o desemprego. É que este tipo de investimentos, indepentemente de não serem auto-sustentados são essenciais á vivência humana. Como diria alguém: nem só de pão vive o homem; e a cultura é aquilo que nos distingue e conserva enquanto homens de paz.
Mas também tenho a noção de uma coisa: perante todas as adversidades que já tive na minha vida (e tu sabes que já foram muitas e muitas) nunca desisti, nem nunca baixei os braços. Desistir seja do que fôr nunca foi uma carcaterística minha.
Por outro lado, ninguém me prometeu nada, nem agora nem á 4, nem há 8, nem há 12 anos. Por conseguinte nem me enganaram agora nem outrora.
Por isso, a tua afirmação é bastante descabida. Mas, eu sei que tu escreves isso e dizes isso da forma como o dizes e como o escreves porque o que te move é apenas a amizade que tens por mim, é porque te preocupas comigo.
Alex, os meus artigos e posts versam as matérias que eu entender e são minha propriedade intelectual. Assim, se aquilo que eu escrevo, se os meus artigos puderem ser lidos, entendidos e compreendidos como uma mais-valia pelos políticos dos vários quadrantes, pois que os utilizem.Fico extraordinariamente feliz. Se algum político entender que deve utilizar as minhas ideias ou as de outro que sobre a mesma matéria tiver opinião válida e habilitada, fico contente. Se algum político entender que eu tenho o perfil necessário para executar os projectos que DEFENDO por formação e convicção e se para tal for convidado a fazê-lo, não me demitirei dessas funções ou atribuições.
Quando se quer uma coisa, seja ela qual fôr, tem de se ir à luta, tem se ser obstinado, não se pode desistir e baixar os braços. Eu acredito naquilo que escrevo, e reafirmo-te: nada me tornaria mais feliz, do ponto de vista profissional, se tivesse que pôr em prática um projecto que culminasse na Criação de um Museu Municiapal em Mangualde. Mas também te afirmo: NUNCA PEDI ISSO A NENHUM POLÍTICO, NEM NENHUM POLÍTICO ALGUM DIA ME PROMETEU ISSO.
Portanto, "free like a bird", pese embora as minhas convicções políticas ou a minha participação nalgum projecto político, seja ele qual for. É que em CIDADANIA assiste ao cidadão participar em pleno direito e em pleno dever na Comunidade onde se insere e fazer as opções político-sociais que entender, desde que tal não interfira coms os direito, liberdades e garantias dos outros cidaãos, pois isso é a essência dos Estados Democráticos.
 
ANTÓNIO TAVARES!

É ASSIM MESMO... MANGUALDE JÁ DEVIA TER UM MUSEU HÁ MUITO TEMPO.

Gostei de ler. Sei que tens muito para dar, que vais à luta com convicção, que és capaz e que mereces ver realizados os teus sonhos.

Um abraço amigo

PS:
Desculpa os comentários pouco agradáveis que fiz no teu Blog.
Era só para te picar.
Foi uma pequena vingança pelo dia em que tu e uns amigos me metram à força num carro da campanha eleitoral. O carro de um partido que não o meu e de megafone aos berros às voltas pelas estradas da Abrunhosa do Mato.
Que vergonha...
Agora estamos pagos.
 
é uma questão algo ambigua e que pode propagar-se para uma lógica que se não incorrecta pelo menos é nociva. Falo da visão economicista, de contabilização de proveitos directos de ordem financeira. Eu acredito que acima de tudo o património deve ser estimulado para beneficio cultural, identitário e de qualidade de vida das populações locais. Tudo o resto virá, como dizia o outro "por acréscimo".
 
Amigo Hugo, sem dúvida que as visões meramente economicistas são redutoras e aparentemente fogem ao espírito da Cultura.
Repare que ao longo do artigo eu não faço essa apologia. Desenvolvo sim o raciocínio de que o Património Cultural é fundamental para o desenvolvimento sócio-económico dos concelhos: atrai turistas que na sua estada pelas terras que visitam dinamizarão obrigatóriamante ea economia local: hotelaria, cafetaria, restauração, etc.,contribuindo para a criação indirecta de emprego e para a fixação das populações.
O património Cultural e Turismo Cultural são factores transversais ao desenvolvimento das regiões. O problema, na maior parte das vezes, é que ou devido a determinado tipo de "purismos" ou porque este tipo de conceitos ainda está num meio algo restrito, é difícil fazer entender este género de visão da Cultura. O problema é que os políticos, que em última instãncia são quem põe em prática e faz o lanaçmento de s tipo de projectos, não está ainda apetente para esta nova realidade que é Património Cultural de mão dada com o Tursimo Cultural.
Hoje todas as Universidades apostam na formação de quadros superiores nesta área. São os Mestrados, são os Doutoramentos que nesta área proliferam. No fundo é o conceito da Cultura ao serviço das Comunidades, emtodas as vertentes, e não apenas a cultura pela cultura.
Entendo que um museu ou uma instituição do género deverá sempre cobrar uma entrada, tal como acontece em Portugal e no resto do Mundo. Se reparar, quer em Portugal quer no resto do Mundo, os preços dos bilhetes de ingresso nos museus e centros de arte, etc, são simbólicos, no entanto não deixam de ser cobrados. O Objectivo não é sustentar aqueles espaços com as bilheteiras, mas sobretudo contribuir numa lógica de valorizaçao.
Obrigado pelo comentário e é sempre bom saber da existência de mais "patrimonialistas".
 
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António Tavares. Arqueólogo e Gestor do Património Cultural. Actividade liberal, Arqueoheje e Município de Mangualde.


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