NEOARQUEO
20 março 2011
  Peças da nossa memória II
Aqui se apresenta mais um objecto que durante anos conviveu de perto com todos nós. Porém, o ritmo do progresso, as rápidas mudanças, as inovações constantes encarregam-se de atirar estas peças para o lugar mais recôndito das nossa memória, pessoal e colectiva.
Saridon, foi um dos medicamentos que se impôs no "mercado da dor"...tratou várias dores de cabeça, dores de ossos...enfim, foi o "milagre" que a muitos valeu...
Os objectos têm vida própria, contam-nos histórias, ajudam a reconstruir a manta de retalhos de que muitas vezes se faz a nossa história, a nossa memória.
Despertar memórias é viajar ao nosso passado, aquele passado cimentado em narrativas que evocamos, através de lembranças, de símbolos e que só é possível através do reconhecimento. Só ele nos impede o esquecimento.
As memórias fazem parte, são, a nossa identidade. E não esquecer quem somos, é tão importante como estar vivo. Porque é com as nossas memórias que nós nos vamos fazendo….
 
<$Comentários$>:
Por acaso estava procurando blogs que falem sobre o significado da história e vim parar aqui. Então, quis dizer-te alô!
 
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António Tavares. Arqueólogo e Gestor do Património Cultural. Actividade liberal, Arqueoheje e Município de Mangualde.


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